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Produção de caminhões cai 12% em 2025

A indústria de caminhões fechou 2025 em marcha lenta. Segundo dados da Anfavea, foram produzidos 124.116 caminhões no Brasil em 2025, uma queda de 12,1% em relação a 2024, quando saíram das linhas 141.252 unidades.


Para quem vive de transporte, transportadoras, embarcadores, autônomos e gestores de frota, esse movimento é um termômetro importante do que está acontecendo com o setor e do que vem pela frente.


Os principais números da produção de caminhões em 2025


Total produzido em 2025: 124.116 caminhões


Queda na comparação com 2024: –12,1%


Produção em 2024: 141.252 caminhões


Na virada do ano, o cenário ficou ainda mais claro:


Dezembro de 2025: 5.723 caminhões produzidos


Dezembro de 2024: 10.679 caminhões – o que representa um tombo de 46,4% na comparação anual.


Mesmo com a retração, os caminhões pesados seguem liderando, com 61.152 unidades produzidas em 2025, a maior fatia do segmento.


E para 2026, a Anfavea projeta uma leve recuperação: alta de 1,4% na produção, chegando a 125,8 mil caminhões até dezembro.


O que está por trás dessa queda?


Alguns fatores ajudam a explicar essa retração na produção:


  • Crédito mais caro e restrito – juros elevados e critérios mais rígidos para financiamento desestimulam a renovação de frota.


  • Ambiente econômico ainda instável – muitas empresas preferem “fazer o atual aguentar mais um pouco” antes de investir em caminhão novo.


  • Ajustes pós-transição tecnológica – após ondas de compras relacionadas à mudança de normas de emissão (como o Euro 6/Proconve P8 nos últimos anos), o mercado costuma passar por um período de “ressaca”.


  • Cautela de transportadoras e autônomos – fretes pressionados por custos (diesel, pedágio, manutenção) tornam a decisão de compra ainda mais sensível.


Na prática, o que os números mostram é um setor segurando investimento e buscando produtividade primeiro na gestão da frota existente, e não apenas adicionando caminhão novo ao pátio.


Impactos para quem trabalha com transporte


1. Renovação de frota mais lenta: com menos caminhões sendo produzidos e vendidos, a frota tende a envelhecer. Veículos mais antigos em operação, maior risco de falhas mecânicas e quebras na rota e aumento de custos com manutenção corretiva e imprevistos.


Isso exige uma gestão de manutenção muito mais profissional, com foco em prevenção.


2. Pressão em disponibilidade e confiabilidade: caminhão mais velho, rodando mais, com operações puxadas, significa: risco maior de paradas não planejadas, impacto na disponibilidade da frota e dificuldade em manter pontualidade e confiabilidade para o cliente final.


Aqui, monitorar o uso do veículo (quilometragem, horas de trabalho, rotas, condições de operação) deixa de ser luxo e vira necessidade.


3. Oportunidade para quem está organizado: por outro lado, empresas e autônomos que já vinham cuidando bem da manutenção, escolhendo melhor suas operações e usando tecnologia para controlar frota e motorista tendem a sofrer menos, e podem até ganhar espaço num mercado em que muita gente está com a frota sucateada e serviços pouco confiáveis.


Produção de caminhões cai 12% em 2025

E o que a projeção de leve alta em 2026 sinaliza?


A previsão da Anfavea de crescimento de 1,4% na produção de caminhões em 2026 indica um cenário de ajuste gradual, não de explosão de demanda.


Isso significa:


  • uma renovação de frota lenta e seletiva, focada em operações mais rentáveis;


  • mais cuidado na escolha de modelos e configurações (potência, tecnologia embarcada, telemetria, segurança);


  • espaço para programas de renovação seletiva, substituindo veículos críticos por caminhões mais eficientes e conectados.


Quem investir, vai investir com critério e vai cobrar que cada caminhão traga mais resultado por quilômetro rodado.


O que isso tudo tem a ver com gestão de frota inteligente?


Num cenário de produção em queda, crédito caro e renovação mais lenta, a pergunta muda de foco:


“Quantos caminhões eu tenho?”

passa a ser menos importante do que

“O quanto eu tiro de resultado de cada caminhão que já tenho?”


É aí que entram três pilares:


  • Controle de rota e utilização: saber onde o veículo está, por onde passou, quanto rodou e se está cumprindo a programação.


  • Gestão de motorista e estilo de condução: excesso de velocidade, frenagens bruscas, marcha lenta exagerada e desvios impactam diretamente combustível, pneus e risco de acidente.


  • Monitoramento preventivo de riscos e paradas: alertas em tempo real e histórico de eventos ajudam a antecipar manutenção e evitar quebras na estrada.


Como a Ali Sat ajuda a atravessar esse momento de retração


1. Ver a operação em tempo real


  • Rastreamento avançado com visualização em tempo real da frota;

  • acompanhamento de rotas, paradas, desvios e tempos de viagem;

  • uso inteligente de cerca virtual para controlar acesso a áreas de risco, clientes e pátios.


2. Proteger cada viagem com videotelemetria


  • Câmeras internas e externas para monitorar direção, ambiente e ocorrências;

  • redução de riscos de roubo, sinistro e falsas acusações;

  • material para treinamento de motoristas e melhoria contínua.


3. Reduzir custos e aumentar disponibilidade


Com dados de telemetria e rastreamento, é possível: identificar desperdícios de combustível, reduzir desgaste de pneus e freios, planejar manutenção preventiva baseada em uso real e manter caminhão rodando mais tempo, com menos paradas emergenciais.


Menos caminhão novo, mais gestão inteligente


A queda de 12,1% na produção de caminhões em 2025 mostra que o setor ainda enfrenta um período de ajuste e cautela.


Mas, para quem é gestor de frota, a pergunta central não é só “quantos caminhões a indústria está produzindo”, e sim:


Como eu cuido da frota que já está comigo?


Enquanto o mercado se reorganiza, quem aposta em tecnologia, dados e gestão profissional sai na frente, reduz custo, protege seus ativos e entrega mais para o cliente, com a frota que já tem hoje.


E é exatamente nesse ponto que a gente entra como parceiro: ajudando você a transformar cada caminhão em uma máquina de resultado, mesmo em um cenário de produção em queda.

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