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Diesel S-10 em queda no Norte e Nordeste: como isso impacta sua frota e o custo por km

O início de 2026 trouxe uma notícia importante para quem vive de caminhão: o diesel S-10 começou a recuar de preço em vários estados do Norte e Nordeste, e a tendência já começa a aparecer também no Sul, especialmente no Paraná.


Para gestores de frota e transportadoras, isso não é só curiosidade de mercado, é oportunidade direta de reduzir custo por km rodado e planejar melhor onde e quando abastecer.


O que mostram os dados sobre o diesel S-10


De acordo com levantamento do Índice de Preço TNS (IPTNS), desenvolvido pela empresa Gasola, as primeiras semanas de 2026 registraram quedas pontuais no preço do diesel S-10 em estados onde o produto importado tem forte presença.


Destaques do estudo:


Maranhão: média de R$ 5,56

Tocantins: média de R$ 5,63


Ambos já abaixo dos valores do fim de 2025, revertendo o impacto do reajuste de ICMS do início do ano.


Outros estados também chamam atenção, com queda relevante no S-10:


Goiás: média de R$ 5,61

Pernambuco: R$ 5,56

Paraíba: R$ 5,57


No Sul, o movimento começa a ganhar força, com destaque para o Paraná, que fechou a última semana com média de R$ 5,51 no diesel S-10, um dos menores patamares entre os estados analisados.


Por que o preço do S-10 está recuando nessas regiões?


Uma combinação de fatores explica a queda:


  • Retomada gradual da demanda após o pico de consumo nas festas de fim de ano;


  • Ajustes logísticos na cadeia de suprimento do diesel, especialmente nas regiões que dependem mais de produto importado;


  • Maior competição no atacado, que pressiona distribuidoras e postos a reajustarem os preços para baixo.


Além disso, o uso de ferramentas de inteligência de preços, como o “Mapa de Preços de Combustível”, atualizado semanalmente, permite que embarcadores e transportadoras enxerguem melhor onde o combustível está mais competitivo e ajustem as estratégias de abastecimento.


Diesel S-10 em queda no Norte e Nordeste: como isso impacta sua frota e o custo por km

O que essa queda representa para o transporte de cargas


Para quem roda o país com frota própria ou contratada, esse movimento traz alguns impactos diretos:


1. Redução pontual do custo por km: em rotas que passam por estados com preço médio menor, abastecer estrategicamente pode reduzir o custo por km rodado, especialmente em operações de longa distância com alto consumo mensal de diesel S-10.


Mesmo uma diferença de R$ 0,15 a R$ 0,25 por litro, em uma frota média, ao longo de um mês, representa:


  • milhares de litros consumidos;

  • economia significativa no fechamento do caixa.


2. Revisão de tabelas de frete e margens: quem vende frete pode ganhar fôlego na margem em contratos já assinados, quando o combustível fica abaixo do cenário previsto ou usar esse momento para negociar melhor com clientes estratégicos, sem comprometer a rentabilidade.


Quem compra frete tem a oportunidade de exigir maior transparência de custo e acompanhar se reduções de diesel estão de fato sendo consideradas pelos prestadores.


3. Planejamento de rotas e pontos de abastecimento: com diferenças regionais de preço, não faz sentido abastecer sempre da mesma forma. É hora de olhar o mapa e responder:


  • Faz sentido rodar um pouco mais para abastecer onde o preço compensa?


  • Quais são os postos preferenciais por região?


  • O abastecimento está alinhado com as rotas mais baratas e seguras para a frota?


Como o gestor de frota pode aproveitar o recuo do diesel S-10


Aqui vão algumas ações práticas para transformar essa queda em vantagem real para a operação:


1. Atualizar sua política de abastecimento


Definir postos prioritários por estado/rota, considerando preço médio, segurança e qualidade do combustível;


Orientar motoristas e supervisores sobre onde abastecer mais e onde abastecer só o mínimo necessário para seguir viagem.


2. Integrar dados de preço com o planejamento de rotas


Cruzar informações de preço por estado com as rotas mais usadas pela empresa;


Avaliar se pequenas mudanças de trajeto podem gerar economia relevante no abastecimento, sem prejudicar prazo e segurança.


3. Recalcular custo operacional e simular cenários


Reavaliar o custo por km considerando os novos valores médios do S-10 nas regiões em que a frota atua;


Simular o impacto dessa queda em diferentes perfis de operação (urbano, rodoviário, regional, longa distância).


4. Acompanhar o movimento semana a semana


O cenário de combustível no Brasil é dinâmico: hoje cai, amanhã pode subir.


Acompanhe relatórios de preço e tendências com frequência;


Adapte a política de abastecimento sempre que houver mudança relevante, em vez de manter uma regra “fixa” o ano todo.


Onde entra a Ali Sat nessa equação


A queda do diesel S-10 em alguns estados é uma boa notícia, mas só vira resultado no caixa se você tiver visibilidade e controle real da sua frota.


Com as nossas soluções, você consegue:


1. Ver onde sua frota roda e onde deveria abastecer: acompanhar cada veículo em tempo real no mapa, identificar quais estados e regiões concentram mais km rodados, criar cercas virtuais em postos parceiros ou preferenciais para monitorar onde o abastecimento está acontecendo de fato.


2. Controlar consumo e desvio de padrão: analisar consumo médio por veículo, rota e motorista, detectar excessos de marcha lenta, velocidade e desvios de rota que desperdiçam combustível, monitorar a coerência entre litros abastecidos x km rodados, ajudando a identificar erros ou fraudes.


3. Transformar dados em decisão: gerar relatórios que mostram quanto a frota economizou quando o diesel ficou mais barato em determinadas regiões. Usar essas informações para negociar melhor com clientes, postos e fornecedores e ajustar contratos e operações com base em números reais, não suposição.


Preço em queda é oportunidade, não garantia


O recuo do diesel S-10 em estados do Norte e Nordeste e o início dessa tendência no Sul é uma janela interessante para reduzir custos logísticos e melhorar a competitividade de quem opera com frota.


Mas o combustível não abastece sozinho no lugar certo.


É preciso: política clara de abastecimento, monitoramento inteligente e ferramentas de gestão que mostrem, em detalhes, onde o dinheiro está sendo gasto e onde pode ser economizado.


A tecnologia de gestão de frotas da Ali Sat está justamente aqui: ajudando empresas a transformar movimentos de mercado, como a queda do diesel S-10, em economia real, eficiência operacional e decisões mais inteligentes em cada quilômetro rodado.

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