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Transporte rodoviário de cargas em 2026: como enfrentar os gargalos logísticos e proteger a rentabilidade da sua frota

O transporte rodoviário de cargas continua sendo a espinha dorsal da logística brasileira, mas 2026 começou com o pé no freio: gargalos logísticos, incertezas regulatórias e obras que andam mais devagar do que o fluxo de caminhões nas estradas.


De acordo com o SETCESP, mesmo com uma malha rodoviária extensa, a falta de investimento contínuo e de planejamento de longo prazo está comprometendo a competitividade do setor. A proximidade do período eleitoral ainda traz um “clima de espera” nas decisões estratégicas, especialmente em temas como tributação e gestão de frota.


Para quem vive de frete, isso tem impacto direto em prazo, custo e previsibilidade. E é justamente aí que uma gestão de frota inteligente, apoiada por tecnologia, deixa de ser “nice to have” e passa a ser questão de sobrevivência.


Onde estão os principais gargalos hoje?


O estudo destaca alguns pontos críticos, principalmente em São Paulo, coração logístico do país:


1. Acesso ao Porto de Santos: Porto de Santos, maior porto da América Latina, é citado como um dos grandes gargalos: tráfego intenso nos acessos, circulação difícil na área portuária e longas filas e espera.


Tudo isso gera um “custo oculto” para as transportadoras: caminhão parado, motorista em hora extra, consumo de combustível em marcha lenta, perda de janelas de atracação e entrega.


2. Malha rodoviária pressionada e obras demoradas, duas obras aparecem como estratégicas:


  • Terceira pista da Rodovia dos Imigrantes já licitada, com previsão de conclusão só em 2031. Ela é vista como essencial para melhorar o fluxo de caminhões entre capital e litoral.


  • Trecho norte do Rodoanel Mário Covas concluído em dezembro de 2025, cria ligação direta com as principais rodovias que chegam à capital, ajuda caminhões a evitarem áreas urbanas críticas, principalmente em viagens para o Porto de Santos nos horários de pico.


Esses projetos aliviam parte da pressão, mas o próprio sindicato reforça: sem integração planejada com o sistema viário e sem continuidade em investimentos, o alívio é parcial.


3. Incertezas regulatórias e ambiente político: com eleições se aproximando, muitas empresas seguram decisões sobre renovação de frota, grandes contratos e expansão ou mudança de operação.


O resultado é um clima de “piloto automático”, em que a frota roda em um cenário caro e imprevisível, enquanto decisões estruturantes são adiadas.


O que tudo isso significa na prática para a sua frota?


Esses gargalos se traduzem em três grandes problemas para o gestor de frota:


Mais tempo de trânsito e menos produtividade:


  • o mesmo caminhão faz menos viagens no mês

  • a necessidade de frota reserva aumenta

  • prazos ficam mais apertados e o risco de rompimento de SLA cresce.


Custo operacional explodindo:


  • diesel queimado em congestionamento

  • desgaste extra de pneus e freios

  • horas extras e adicional noturno para motoristas

  • multas por horário, restrição e excesso de permanência em pátios e terminais.


Menos previsibilidade para o cliente e para o caixa:


  • lead time variável

  • planejamento de compra e abastecimento mais difícil

  • margem apertada, principalmente em contratos com preço fixo de frete


Em outras palavras: o ambiente externo está tirando eficiência, e quem não tiver uma gestão fina da operação vai sentir isso diretamente no DRE.


Transporte rodoviário de cargas em 2026: como enfrentar os gargalos logísticos e proteger a rentabilidade da sua frota

O que o setor precisa?


O sindicato reforça três necessidades urgentes para o transporte rodoviário avançar:


Concretizar projetos estruturais: não basta anunciar obras, é preciso entregar, integrar e manter.


Investir em tecnologia: digitalização da operação, rastreabilidade, automação de processos, visibilidade em tempo real.


Garantir ambiente regulatório mais estável: regras claras e previsíveis para investimento em frota, tributação e operação.


Enquanto isso não acontece de forma plena, cabe ao gestor de frota usar o que está nas suas mãos hoje: tecnologia, dados e processos.


O que você pode fazer AGORA para enfrentar os gargalos


Você não controla o trânsito na serra nem o cronograma de obra da rodovia, mas controla como sua frota reage a tudo isso. Alguns movimentos práticos:


1. Planejar rotas com base em dados reais


  • mapear horários e trechos com maior nível de congestionamento e atraso

  • ajustar janelas de saída e chegada para fugir de picos

  • distribuir melhor as rotas entre veículos (eixos, capacidade, restrições)


2. Tratar cada minuto parado como custo


  • medir tempo de espera em porto, pátios, bases de cliente e balanças

  • renegociar contratos e janelas com base nesses dados

  • priorizar clientes, corredores e operações com melhor relação tempo x receita


3. Profissionalizar a relação com motoristas


  • treinar para condução econômica em cenários de trânsito intenso

  • alinhar política clara sobre velocidade, paradas, segurança e uso da frota

  • usar indicadores (consumo, infrações, ocorrências) para reconhecer quem entrega melhor resultado


Como a Ali Sat ajuda a transformar gargalo em oportunidade de gestão


Aqui entra o papel da tecnologia de rastreamento, telemetria e videotelemetria: transformar uma operação exposta a gargalos em uma frota previsível, eficiente e segura.


1. Rastreamento em tempo real e cercas virtuais


Com o rastreamento da Ali Sat, você consegue acompanhar cada caminhão em tempo real, principalmente em corredores críticos (acesso a porto, marginais, anéis viários). Criar cercas virtuais em áreas de risco, terminais, portos e clientes estratégicos. Receber alertas sempre que um veículo, entrar em regiões sensíveis, ficar parado acima do tempo aceitável e desviar da rota planejada.


Isso permite agir rápido: remanejar carga, avisar o cliente, ajustar programação.


2. Telemetria para não deixar o gargalo “comer” sua margem


Com telemetria embarcada, você passa a enxergar consumo de combustível por rota, veículo e motorista, marcha lenta excessiva em congestionamentos e filas, acelerações, frenagens e velocidades que encarecem a operação.


Com esses dados, é possível criar programas de direção econômica, comparar rotas em termos de custo por km real, não só distância e decidir onde vale a pena evitar determinados acessos ou horários.


Assim, mesmo em um cenário de rodovias lotadas, você reduz o custo de cada quilômetro rodado.


3. Videotelemetria para segurança e gestão de risco


Nos trechos mais críticos, como acessos a porto, áreas urbanas densas e corredores movimentados, a videotelemetria ajuda a proteger o motorista e a carga com registro por câmeras, ter evidência em caso de acidente, colisões em baixa velocidade, batidas em fila ou tentativas de fraude e analisar ocorrências para rever rotas, horários e condutas.


Mais exposição em gargalos = mais risco.


Gravar, medir e aprender com essas situações reduz prejuízos e melhora a tomada de decisão.


4. Dashboards e indicadores para tomar decisões estratégicas


Integrando rastreamento, telemetria e vídeo, a Ali Sat permite construir uma visão única da operação:


  • quais rotas mais sofrem com gargalos;

  • onde há mais tempo parado e mais custo oculto;

  • quais clientes, corredores e operações são realmente lucrativos – mesmo com trânsito pesado.


Com isso, você deixa de trabalhar no modo “apagador de incêndio” e passa a:


  • priorizar contratos e regiões;

  • redesenhar malha de atendimento;

  • planejar investimentos em frota e tecnologia com base em fatos, não em sensação.


Gargalos existem, diferencial é como sua frota responde a eles


O recado do estudo é claro: o transporte rodoviário de cargas entra em 2026 com gargalos logísticos importantes, acesso difícil a pontos estratégicos e incertezas regulatórias.


Mas isso não significa que você precise aceitar a perda de eficiência como algo “normal”.


Quem investe em gestão de frota baseada em dados, tecnologia e visão estratégica consegue transformar o mesmo cenário difícil em vantagem competitiva.


Enquanto obras não ficam prontas e o ambiente regulatório não se estabiliza, a pergunta é:


Sua frota está dirigindo no escuro, sofrendo com o trânsito ou você já está usando rastreamento, telemetria e vídeo para controlar cada minuto, cada litro e cada quilômetro?


Nós estamos aqui para ajudar a responder essa pergunta do jeito certo, com mais controle, mais eficiência e mais segurança, mesmo em um Brasil cheio de gargalos logísticos.

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